Municipio

COVID-19 25/07/2020 10:56

Prefeito de Cuiabá vai reunir segmentos econômicos para readequar reabertura das atividades

O prefeito da Capital gostou da medida adotada por Mauro Mendes, mas, quer manter um mínimo de controle sobre os horários de funcionamento e do cumprimento de normas de biosegurança

Da Redação

Com Assessoria

Na próxima semana, o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), vai se reunir com todos os representantes do setor econômico da Capital, para redefinir as normatizações a serem restabelecidas com a retomada das atividades.  A reunião é uma consequência da decisão do governador Mauro Mendes (DEM) de assumir o risco do aumento das infecções e mortes por Covid-19 no estado ao baixar decretoque impõe a volta das atividades não essenciais do comércio e dos serviços em Mato Grosso.

Dentre os assuntos a serem tratados na reunião de Pinheiro com os setores produtivos de comércio, indústria e serviços estão  os horários de funcionamento e as normas restritivas de biossegurança para cada atividade. O comércio segue aberto na capital, desde a manhã desse sábado (25). 

Na próxima semana, após reunião com todos os envolvidos, o prefeito vai publicar um novo decreto, com os novos horários de funcionamento.

“Não é um liberou geral. Cuiabá tem regras, leis e tem gestão. “Quero deixar aqui registrado, que da mesma forma, também fomos pegos de surpresa com essa nova decisão. Mas como eu disse, antes tarde do que nunca, agora é necessário organizar, colocar as coisas em ordem e normatizar. Cuiabá tem gestor, tem leis e normas a serem seguidas”, pontuou o prefeito Emanuel Pinheiro.  

Em seu pronunciamento, o chefe do Executivo Municipal, relembrou que, após praticamente um mês da última medida judicial, que prejudicou todo planejamento técnico das prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande, finalmente o Governo do Estado decidiu entender que a Prefeitura de Cuiabá estava certa.

Válido lembrar, que no mês de abril, a Prefeitura de Cuiabá, definiu a retomada das atividades econômicas de forma gradual e planejada. Na Capital, essa estratégia foi colocada em prática no dia 27 de abril, já tendo contemplado alguns setores.

“Depois de um mês, Cuiabá brigando na justiça para não deixar que a situação chegasse ao ponto de um quase caos do setor econômico, o Governo do Estado entendeu que a ponderação, o equilíbrio e a responsabilidade do Executivo Municipal no enfrentamento ao novo coronavírus, foram essenciais. Quantas empresas fechadas, quantos empregos perdidos, quanto desespero, quanta angústia? Precisamos quase chegar ao fundo do poço para esse entendimento global”, ressaltou Pinheiro.  

Entretanto, até para desfazer a trapalhada que fizeram, foi um final melancólico, tudo de uma hora pra outra. Encerrou a noite, dizendo que a quarentena coletiva obrigatória seria prorrogada por mais 14 dias.  

Já no outro dia, resolve afirmar que não, que tudo mudou e que não iria mais ter a quarentena. Que a partir de agora, seria o Estado que definiria as novas diretrizes das medidas restritivas no combate a pandemia. Até aí tudo bem, mas esqueceram de conversar com os executores dessas medidas, os prefeitos e a população de Cuiabá e Várzea Grande.

Defendo o trabalho, o emprego, as empresas, o setor produtivo, as atividade econômicas, o setor produtivo, as pessoas precisam ganhar o seu dinheiro, seu salário, para sustento das famílias. No entanto, não podemos ignorar que estamos numa pandemia. Não estamos no momento de normalidade. Temos que retomar aquilo que nos tiraram na medida judicial, o novo normal, com toda segurança e responsabilidade.

“Queremos contribui para melhorar o planejamento da Prefeitura de Cuiabá. Precisamos pensar grande, esse é um momento de união de forças para combater o nosso maior adversário, que é o novo coronavirus. Todos juntos, vamos conseguir vencer esse inimigo invisível que já tirou muitas vidas”, concluiu Pinheiro.  

ESCOLAS

Por meio do decreto nº 7.956, o chefe do Executivo estabeleceu a prorrogação da suspensão das atividades escolares presenciais, nas escolas públicas e privadas. Conforme o documento, as aulas presenciais nas unidades públicas e privadas de todos os níveis seguem interrompidas.


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