policia
20:11h | 1.5.2013
Corpo de homem assassinado em Manso foi devorado por porcos
Homem foi morto à machadada e o cadáver jogado aos porcos em uma chácara no lago de Manso
Delehado João Bosco, da DHPP, responsável pelas investigações: porcos devoraram o corpo do chacareiro assassinado
1.5.2013

Da Redação
Com Assessoria


A polícia localizou, dentro de um chiqueiro, apenas parte dos ossos do corpo do chacareiro Roberto Carlos de Arruda, 32 anos, assassinado há alguns dias em uma chácara nas próximidades do Lago de Manso em Cuiabá. O homem foi morto à golpes de machado, desferido por Márcio Manuel da Silva, 30 anos, compadre da vítima, após um desentendimento por causa de drogas. O corpo do chacareiro totalmente devorado pelos porcos e outros animais. O homicida está preso e confessou o crime.

Segundo o delegado João Bosco,  da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) responsável, pela investigação do caso, o crime foi desvendado graças à denúncia da esposa da vítima. A mulher foi levada à polícia por familiares depois de ser pressionada a contar a verdade sobre o paradeiro de Roberto de Arruda, que estava sumido há vários dias.

Conforme o delegado, a mulher contou à polícia que o marido havia sido morto por Márcio da Silva após uma discussão, mas que ela não teria visto o crime, pois havia deixado o dois consumindo drogas e teria ido dormir. A mulher revelou que, mais tarde, foi acordada por Márcio e obrigada a ajuda-lo a arrastar o corpo do marido até o chiqueiro, onde foi jogado. Em seguida, Márcio a teria estuprado e ameaçado de morte caso contasse à Polícia o ocorrido.

"No dia seguinte, a mulher disse que veio embora da chácara e foi para a casa dos filhos, que moram no bairro Novo Paraiso. Aos familiares, ela contou que o marido havia trocado de emprego e ido para uma fazenda mais distante. Mas, na semana passada, pressionada, ela decidiu revelar a verdade sobre o crime", revelou o delegado. 

O homicida foi preso no fim de semana passado, em uma fazenda localizada a cerca de 100 quilômetros da chácara onde havia praticado do crime. Ele admitiu que matou o compadre em "legitima defesa", pois durante a discussão por causa da sobra das drogas que consumiam, ele o teria ameaçado com uma faca.

Márcio da Silva negou que tivesse estuprado a viúva. Segundo ele, os dois eram amantes. Mas, ele a inocentou do crime ao confirmar que ela havia mesmo ido dormir depois de consumir drogas também.
 


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